template
Filiada na CES | Liberinter
Newsletter da CGTP
Newsletter da CGTP-IN


Receber em HTML?

Menu Principal
Início

Comunicação e Media

Trabalho

Sociedade

Leis e Direitos

Formação Sindical

Internacional

Contactos

Downloads

Mapa do Site

Agenda
Setembro 2010
D S T Q Q S S
2930311 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30 1 2
Prémio Manuel Lopes

CES

 

Direitos de Parentalidade
parentalidade_152.jpg

 

 

Propostas e política reivindicativa da CGTP-IN para 2010/2011
100_0162.JPG

Propostas e política reivindicativa da CGTP-IN para 2010/2011, nomeadamente: a situação do emprego/desemprego face ao volume socialmente insuportável dos desempregados existentes; a política de rendimentos, num contexto de imensa desigualdade e injusta distribuição da riqueza; e o necessário reforço da protecção social face às fragilidades evidentes e que se adivinham.

pdf POLÍTICA REIVINDICATIVA DA CGTP-IN PARA 2011

pdf FUNDAMENTAÇÃO DAS PROPOSTAS E REIVINDICAÇÕES DA CGTP-IN

Início
AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL

dscn1692.jpgAUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL PARA 475 EUROS CORRESPONDE À REIVINDICAÇÃO DA CGTP-IN
Redução da contribuição patronal para a Segurança Social é inaceitável
No 1.º de Maio de 2006, a CGTP-IN desencadeou reivindicação de um aumento significativo do salário mínimo nacional para que em Janeiro de 2011 nenhum trabalhador ganhe menos de 500 euros. A CGTP-IN propôs este ano que o salário mínimo fosse a partir de Janeiro de 2010 de 475 euros para honrar os compromissos estabelecidos e solicitara esta semana ao Governo uma decisão urgente.
mp3 DECLARAÇÃO DA CGTP-IN SOBRE PROPOSTA DE AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL

 

 

 

AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL PARA 475 EUROS CORRESPONDE À REIVINDICAÇÃO DA CGTP-in

Redução da contribuição patronal para a Seg. Social é inaceitável

 

  1. No 1.º de Maio de 2006, a CGTP-IN desencadeou reivindicação de um aumento significativo do salário mínimo nacional para que em Janeiro de 2011 nenhum trabalhador ganhe menos de 500 euros. A CGTP-IN propôs este ano que o salário mínimo fosse a partir de Janeiro de 2010 de 475 euros para honrar os compromissos estabelecidos e solicitara esta semana ao Governo uma decisão urgente. O Primeiro-ministro acaba de anunciar na Assembleia da República o propósito desta importante medida que representa ainda o cumprimento do Acordo de Concertação Social de Dezembro de 2006.

 

  1. Actualizar o salário mínimo nacional para 475 euros constitui tão somente o cumprimento de uma medida de justiça social em relação à parte dos trabalhadores menos protegida por ter baixos salários, e por, com frequência, estarem também sujeitos a grande precariedade de emprego e a más condições de trabalho.
  1. A CGTP-IN considera que actualizar o salário mínimo constitui também uma importante medida de politica económica. É preciso aumentar os salários, e não apenas os baixos salários, para reforçar a procura interna, para dar confiança às pessoas, para apoiar o crescimento do país.

 

  1. O Primeiro-ministro anunciou igualmente medidas de apoio às pequenas e médias empresas durante 2010. A CGTP-IN relembra que quaisquer apoios excepcionais às empresas devem ser temporários, terem contrapartidas, quanto a garantias de emprego e de cumprimento de obrigações para com o fisco e a segurança social e que haja uma fiscalização adequada e punição rigorosa dos abusos. A CGTP-IN tem sucessivamente alertado para o facto de estas condições estarem longe de enraizadas nas práticas governativas e das empresas. Tem alertado também que a forte quebra de receita fiscal em 2009 não pode apenas ser explicada por motivos estruturalmente económicos o que exige a aplicação de medidas eficazes de fiscalização.
  1. A CGTP-IN discorda frontalmente da redução excepcional da taxa social única paga pelas empresas em 2010 em relação aos trabalhadores que em 2009 auferiram o salário mínimo nacional porque põe em causa a sustentabilidade da segurança social, e, lembra que esta mesma semana foi anunciado um novo corte nas pensões em resultado da aplicação do chamado Factor de Sustentabilidade.

 Dizer aos portugueses que as pensões têm de ser reduzidas e ao mesmo tempo reduzir a taxa social única, significa uma cedência a persistentes pressões patronais e constitui uma demonstração evidente de uma politica contraditória. A CGTP-IN considera que esta medida é também perigosa porque irá reforçar as pressões patronais para reduzir as contribuições das empresas, o que põe em causa os direitos de segurança e de protecção social dos portugueses.
As contribuições para a segurança social não são uma receita como outra qualquer, não são receita fiscal, mas são antes receitas que estão consignadas à realização de fins de segurança social previstas na Constituição e na lei.

Lisboa, 4 de Dezembro de 2009





Google!Facebook!
 

autocolantepec.jpg
CGTP ACÇÃO
cgtpaccao.jpg
PETIÇÃO
MANIFESTO DA CGTP-IN
pt.png
Interconsumidores
interconsumidores

 

C. IGUALDADE M./H.
cimh_152_20081002

 

SAÚDE E SEGURANÇA
cpsslt.jpg

 

PROJECTO STRESS
projectostress