Realizou-se, a 15 de Abril, a primeira reunião entre representantes sindicais e da Manpower, mas ainda falta muito para efectivamente valorizar os trabalhadores das lojas da Galp.

A negociação do Caderno Reivindicativo começou sem delongas, mas as posições patronais requerem que não se baixe os braços — como se refere no comunicado da Fiequimetal em distribuição.

A Manpower escuda-se no contrato com a Galp, para rejeitar aumentos dos salários e do subsídio de refeição, bem como outras reivindicações justas.

Alega que a dotação das lojas não permite dar o dia de aniversário, mas vai repetido que raramente negam a dispensa nesse dia.

Para recusarem os 25 de férias, vêm dizer que cumprem a lei. Mas sabemos todos que na lei estão os mínimos e a empresa pode ir mais longe.

Na reunião, os representantes sindicais sublinharam que o trabalho tem valor, muito valor, e isso deve reflectir-se nas condições remuneratórias.

No caminho para exigir a valorização dos trabalhadores das lojas GALP, não se pode ficar por aqui, nem baixar os braços — alerta a federação, apelando, desde logo, à adesão ao dia de luta contra o pacote laboral, hoje, fazendo greve e participando na manifestação nacional que a CGTP-IN convocou para Lisboa.

Fonte: FIEQUIMETAL

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