Enquanto os problemas persistirem, os trabalhadores das empresas prestadoras de serviços, que asseguram o funcionamento das lojas e dos centros de contacto do Grupo EDP, não desistem de lutar. No dia 7, a resposta é de âmbito nacional por uma razão fundamental, como se explica no comunicado da Fiequimetal em distribuição desde segunda-feira.

Problemas de âmbito nacional exigem a unidade de todos, para uma resposta nacional às administrações da EDP e das prestadoras de serviços. 

Os patrões mostram dificuldade em aceitar como objectivo dignificar a vida e o trabalho dos homens e mulheres que, todos os dias, garantem um serviço de excelência nas lojas e centros de contacto e que são a cara e a voz do Grupo EDP.

Faltam respostas estruturantes a matérias reivindicativas que constituem anseios dos trabalhadores, de Norte a Sul, em todas as empresas prestadoras.

Trata-se de matérias pendentes, incluídas nos objectivos sindicais e que são fundamentais para a construção de relações de trabalho estáveis, em linha com as condições praticadas na EDP, designadamente: fixação de salários dignos; subsídios de refeição sem discriminação; redução dos horários de trabalho; objectivos de vendas atingíveis; e, não menos importante, respeito nas relações e no trato diário – respeito a que todos têm direito.

Para obter respostas aos problemas colocados no dia 12 de Dezembro, numa reunião que contou com a presença de todos os sindicatos da Fiequimetal, a federação solicitou nova reunião à administração do Grupo EDP, mantendo a greve da próxima segunda-feira, dia 7.

Melhorar as condições de vida e de trabalho daqueles que são a voz e a cara do Grupo EDP é uma causa que necessita da participação de todos!

A federação e os sindicatos apelam a que os trabalhadores se integrem na manifestação nacional da CGTP-IN, este sábado, dia 5 (em Lisboa, no Porto e em Coimbra) e que se faça de 7 de Abril um grande dia de luta, em greve!

Fonte: Fiequimetal