DIRIGENTES SINDICAIS E TRABALHADORES DAS CLÍNICAS E HOSPITAIS PRIVADOS EM LUTA
POR CARREIRAS DIGNAS E VALORIZADAS
CONCENTRAÇÃO
27 de maio
junto ao Hospital Lusíadas em Lisboa
das 10H30 às 12H30
Esta ação contará com a presença do secretário-geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira
As razões desta ação de luta: a APHP recusou-se a negociar a revisão dos contratos coletivos de trabalho (CCT) com os sindicatos representativos dos trabalhadores - Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e a FESAHT, ambos da CGTP-IN.
Os grupos privados de saúde, representados pela Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), que recusa rever e melhorar os Contratos Coletivos de Trabalho (CCT), que subscreveu com o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) e com a Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal (FESAHT). Enviou para ambos a denúncia dos mesmos com o objetivo de os levar à caducidade.
Com a recusa negocial, a APHP pretende acabar com estes CCT e assim continuar a impor a trabalhadores Administrativos, Auxiliares, Enfermeiros e restantes trabalhadores de clínicas e hospitais privados, salários baixos e horários desregulados e prolongados, de 60 horas semanais.
Num setor que publicita lucros de milhões de euros, e que cobra aos seus clientes/utentes, cada vez valores mais elevados pelos serviços clínicos, os trabalhadores destas clínicas e hospitais privados têm os horários mais longos e desregulados e salários muito baixos. A generalidade com o salário mínimo.
Inadmissível, esta atitude da APHP, cujos principais associados são os Grupos: CUF, Lusíadas, Luz Saúde e Trofa, que em conjunto, representam a generalidade da elevada faturação deste sector, mas que recusam valorizar os trabalhadores que lhes garantem esses lucros!
Fonte: SEP e FESAHT
