Vale a pena lutar!

Pingo Doce transferiu uma trabalhadora, mãe solteira com horário flexível, para uma loja a cerca de 35 quilómetros da loja onde trabalhava inicialmente.

Em transportes públicos, esta trabalhadora demoraria cerca de duas horas no trajecto entre a sua casa e a loja para onde foi transferida.

O seu sindicato, o CESP, interveio: através de uma providência cautelar, conseguimos obrigar o Pingo Doce a recuar e colocar novamente a trabalhadora na loja onde sempre trabalhou!

O Pingo Doce volta a demonstrar uma insensibilidade total com os trabalhadores que exercem os seus direitos parentais.

O Pingo Doce não pode obrigar os pais a abandonar os seus filhos em casa para ir trabalhar!

Fonte: CESP