A organização do trabalho não é neutra ou inócua: dependendo no nível de humanização do trabalho e da centralidade que ocupa o trabalhador na organização do trabalho, esta pode constituir-se como promotora de condições de saúde ou, ao contrário, uma propagadora de patologias sociais, físicas e mentais. Quando a organização e cadência do trabalho ignoram a biologia, a carga de trabalho produz o incremento de uma sensação de ritmo ou pressão laboral excessiva e, consequentemente, o aumento do número de acidentes e doenças profissionais passa a uma certeza estatística.

Saber mais
Ver INFOSEGURANÇA N.13 SÉRIE III Fevereiro de 2026